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11.02.13

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publicado às 16:19

História e apoio através do daroportoaomanifesto@gmail.com

11.02.13

De 1807 a 1811, o exército Napoleónico invadiu Portugal três vezes. Como consequência a família real Portuguesa foi transferida para a colónia no Brasil, onde ficou até 1821. Do Brasil, o Rei João VI liderou o império transatlântico durante treze anos. 
Invariavelmente, a partir do Porto, a 6 de Junho de 1808 eclode a primeira revolta. A em 16 de Junho, quando foi retirada a bandeira Portuguesa e colocada a francesa na tradicional procissão de Corpus Christi, o levantamento popular foi o detonador da grande revolta do Porto. 
Os Franceses, alarmados com a dimensão da revolta popular, ordenaram ás suas tropas para que se dirigissem ao Porto com o objectivo de restabelecer o domínio francês. O General Loison saiu de Almeida em 17 de Junho, passando por Lamego, Régua e Mesão Frio. Ao aproximarem-se de Padrões de Teixeira (para os lados de Baião), as tropas de Loison - o terrível "Maneta" dos relatos populares - encontraram forte resistência organizada pelo então tenente-coronel Silveira. Os portugueses praticavam uma perturbadora modalidade de guerra, a que os soldados franceses não estavam habituados: a guerrilha. Ao fim de três dias de combates foi forçado a retirar para Lamego e, sempre sob perseguição de camponeses armados, retrocedeu para Viseu, depois para Celorico, reentrando finalmente em Almeida, em 1 de Julho, onde encontrou refúgio na fortaleza. 

A seguir a derrota das forcas Francesas em 1814, Portugal sofreu fortemente de falta de liderança, que timidamente acabou com a chegada do Rei. 

Embora os Portugueses tenham ganho a guerra sozinhos, o país encontrou-se numa situação de ser uma colonia do Brasil, e um protectorado Inglês. O exército Português receava ainda um controlo do seu exército por parte das forças Inglesas. Em 1808, com o assinar de um pacto com os Ingleses que arruinou o comércio de uma cidade economicamente forte como o Porto, (o famoso pacto relembrado nas aulas de Economia Internacional no capitulo em que se estuda Adam Smith a nossa cidade, com uma burguesia dinâmica e forte, uma tradição liberal e independente foi o epicentro da Revolução Liberal. 

Meus caros, está na altura do Porto mais uma vez marcar uma posição ao País, libertarmo-nos da ladroagem acéfala que lidera Portugal, mancomunada com interesses de poucos, em nada orientada na construção de um país com uma economia vibrante, livre e criadora de oportunidades. O Rui Moreira não é nenhum salvador da pátria, mas é a oportunidade para algo apontarmos num caminho novo e renovador e ao mesmo tempo sem extremismos nem aventuras loucas, com a estabilidade que o país precisa nesta altura crítica. 

Manuel Salgueiro, Economista, Londres

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publicado às 10:04


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